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O Evangelho Segundo o Espiritismo

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  “O Evangelho segundo o Espiritismo” é um dos cinco livros que constituem o corpo doutrinário do Espiritismo. “O Evangelho segundo o Espiritismo” é o ensino moral do Cristo Jesus para os cristãos de qualquer crença, desenvolvido pelos Espíritos de Luz em comunicações mediúnicas recolhidas, organizadas, comentadas e trazidas a público pelo Codificador Allan Kardec. Se o leitor é cristão, leia com aplicação o ensino moral do Mestre Jesus para a Humanidade sofredora e dê-se conta de conteúdos que talvez nunca antes tenha percebido, ou compreendido plenamente. Se não é cristão, mas um espírito indagador, leia com respeito a orientação desse Espírito divino, dada há dois mil anos e sempre atual, em seu caráter educativo, motivador e consolador.  

Estudo do livro Amor Imbatível Amor

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Nesta obra magistral da Série Psicológica, que deu início a uma nova linguagem espírita, a benfeitora Joanna de Ângelis examina várias psicopatologias e conflitos hodiernos, estabelecendo uma ponte espiritual entre as terapias de admiráveis especialistas e o Amor. Nela são abordados temas de profundo interesse para as criaturas, sob várias angulações, que culminam com a visão espírita libertadora e ideal. São apontamentos eficazes que contribuem, indubitavelmente, para evitar a instalação de diversos conflitos naqueles que ainda não os registraram e auxiliar quem os padece. Oferece experiências e informações que contribuem para a conquista da saúde integral, porque o ser, apenas através do Amor, Imbatível Amor, se espiritualiza e ruma na direção do infinito, pleno e feliz. 

Estudo do livro Sexo e Destino

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  No Rio de Janeiro de meados do século XX, a trajetória de duas famílias – Torres e Nogueira – se entrelaça em tramas repletas de amor, paixão, vaidade, luxúria e ódio, preenchendo existências de tragédia e favorecendo a concretização de obsessões doentias no espírito de jovens e adultos membros das famílias. Auxiliado pela psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, o Espírito André Luiz apresenta o mais denso romance da coleção A vida no mundo espiritual, intercalando reflexões sobre amor e consciência, liberdade e compromisso, culpa e resgate, lar e reencarnação, com respostas sobre o relacionamento sexual humano e a consequência das condutas e experiências sexuais do presente em vidas futuras, sujeitas às leis de causa e efeito que podem delinear todo o destino do ser. 

Estudo do livro Nos Domínios da Mediunidade

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Analisa os vários aspectos da filtragem mediúnica, enaltecendo o esforço dos médiuns fiéis ao mandato espiritual recebido antes da reencarnação. Adverte sobre os riscos do intercâmbio mal conduzido entre os dois mundos. Aborda psicofonia, sonambulismo, possessão, clarividência, clariaudiência, desdobramento, fascinação, psicometria e mediunidade de efeitos físicos, dentre outros assuntos. Estudo técnico de grande relevância. Oitava obra da Coleção A Vida no mundo espiritual, composta por 13 volumes independentes entre si, trazendo ensinamentos valiosos sobre a vida no além.

A beneficência

A beneficência, meus amigos, dar-vos-á nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorso, nem a indiferença perturbam. Oh! pudésseis compreender tudo o que de grande e de agradável encerra a generosidade das almas belas, sentimento que faz olhe a criatura as outras como olha a si mesma, e se dispa, jubilosa, para vestir o seu irmão! Pudésseis, meus amigos, ter por única ocupação tornar felizes os outros! Quais as festas mundanas que podereis comparar às que celebrais quando, como representantes da Divindade, levais a alegria a essas famílias que da vida apenas conhecem as vicissitudes e as amarguras, quando vedes nelas os semblantes macerados refulgirem subitamente de esperança, porque, faltos de pão, os desgraçados ouviam seus filhinhos, ignorantes de que viver é sofrer, gritando repetidamente, a chorar, estas palavras, que, como agudo punhal, se lhes enterravam nos corações maternos: “Estou com fome!...” Oh! compreendei quão deliciosas são as impr...

Progressão dos mundos

  O progresso é lei da natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade de Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere. A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas um meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento. Ao mesmo tempo que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso. Marcham assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais ...

Destinação da Terra. Causas das misérias humanas.

  Muitos se admiram de que na Terra haja tanta maldade e tantas paixões grosseiras, tantas misérias e enfermidades de toda natureza, e daí concluem que a espécie humana bem triste coisa é. Provém esse juízo do acanhado ponto de vista em que se colocam os que o emitem e que lhes dá uma falsa ideia do conjunto. Deve-se considerar que na Terra não está a humanidade toda, mas apenas uma pequena fração da humanidade. Com efeito, a espécie humana abrange todos os seres dotados de razão que povoam os inúmeros orbes do universo. Ora, que é a população da Terra, em face da população total desses mundos? Muito menos que a de uma aldeia, em confronto com a de um grande império. A situação material e moral da humanidade terrena nada tem que espante, desde que se leve em conta a destinação da Terra e a natureza dos que a habitam. Faria dos habitantes de uma grande cidade falsíssima ideia quem os julgasse pela população dos seus quarteirões mais ínfimos e sórdidos. Num hospital, ninguém vê senão...

Diferentes categorias de mundos habitados

  Do ensino dado pelos Espíritos, resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Entre eles há os em que estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos. Nos mundos inferiores, a existência é toda material, reinam soberanas as paixões, sendo quase nula a vida moral. À medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos mais adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual. Nos mundos intermédios, misturam-se o bem e o mal, predominando um ou outro, segundo o grau de adiantamento da maioria dos que os habitam. Embora se não possa fazer, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que trazem, tomando por base os matizes mais salientes, di...

Diferentes estados da alma na erraticidade

  A casa do Pai é o universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos. Independentemente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplandecente claridade e do espetáculo sublime do infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituíam objeto de suas afeições, pena sob o guante...